CORINGAS

Janeiro já está no fim, mas a Panini anuncia ainda para este mês o lançamento de “Coringa”, elogiada HQ recentemente publicada nos EUA. O texto é de Brian Azzarello (“100 balas”) e a arte é de Lee Bermejo. O Batman mal aparece e o palhaço do crime é a estrela.

A editora promete também para janeiro o relançamento de “Batman – a piada mortal”, clássico escrito por Alan Moore e ilustrado por Brian Bolland, o idealizador da HQ. Se não me engano, é a quarta vez que o clássico de 1988, estrelado pelo Coringa, sai no Brasil, mas será a primeira com cores do próprio Bolland, como o artista inglês explicou no encadernado “Grandes clássicos Alan Moore”, publicado no Brasil em outubro de 2006 pela Panini:

“Foi só bem no final, quando a revista estava programada, que tive um súbito ataque de pânico para terminar o serviço e, envergonhado pelo tempo que levei desenhando, concordei relutantemente em deixar outra pessoa colorir. O resultado final não foi bem o que esperava. Não acho que ele se equipara a alguns dos pontos altos da carreira de Alan. Há coisas na história que eu não teria feito, mas ela contém certos momentos (sendo o meu favorito aquele onde a arma do Coringase mostra vazia) que estão entre os maiores da carreira de Alan e alguns dos mais arrepiantes”.

Indo mais longe, poderíamos considerar o Globo de Ouro recém-conquistado por Heath Ledger mais um motivo para este ser o mês do Coringa, mas a consagração virá se o ator receber uma indicação póstuma ao Oscar na categoria ator coadjuvante. E, quem sabe depois, a estatueta. Nada mais justo. Os indicados serão anunciados nesta quinta-feira, dia 22. Nesta mesma data, há um ano, Ledger seria encontrado morto.
>> GIBIZADA – por Télio Navega

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