‘A VIAGEM DO PEREGRINO DA ALVORADA’: NOVAS IMAGENS DO TERCEIRO “CRÔNICAS DE NÁRNIA”

O site NarniaFans divulgou esta semana o primeiro blog da produção do filme. Nós traduzimos todo o texto e o reproduzimos aqui para vocês, juntamente com três novas imagens, as primeiras oficiais do filme.

Caros amigos:

Temos o prazer de oferecer o primeiro de uma série planejada de relatos vindos diretamente do set de As Crônicas de Nárnia: A Viagem do Peregrino da Alvorada. Estes não serão o tipo de artigos enlatados geralmente encontrados em mídias tradicionais. Não, vocês receberão relatos diretos e sem filtros dos produtores e sobre eles, enquanto eles trabalham incansavelmente para trazer toda a mágica da amada história de C.S. Lewis e de seus personagens para a tela grande:

“Dedicado Àqueles que Ele Ama”, por Ernie Malik

“Todos os narnianos, com corações cheios de gratidão, que possamos agradecer à tripulação do Peregrino da Alvorada por suas mentes decididas e mãos de artesãos”

Essa é a dedicatória gravada na base do mastro do Peregrino da Alvorada, o set poderoso e majestoso do design de produção Barry Robinson para o próximo filme de Nárnia. O navio esteve na Península em Cleveland Point, a cerca de 30km a leste de Brisbane, Australia, e abrigou elenco e equipe de filmagem durante 17 dias no mês de setembro.

O que isso significa?

É bem possível que navios mercantes de outrora carregassem os nomes de sua tripulação, honrando aqueles cujas mãos ajudaram a construir a embarcação. Ou para citar uma morte inesperada no mar.

Na história do filme, foi ideia do Barry fazer com que o mastro principal do navio fosse uma dedicatória de Caspian à sua fiel tripulação narniana que construiu a embarcação para seu rei. O público [que assistirá o filme] nunca verá os nomes no mastro de perto, mas eles representam, na história, aqueles marinheiros telmarinos na jornada com Caspian e os Pevensies.

Entretanto, abaixo da inscrição poética de Barry no Peregrino da Alvorada (que, a propósito, foi modelado ligeiramente à semelhança do Endeavour de James Cook, que navegou pelos mares do Sul em 1768, e cuja réplica hoje está no porto de Sydney), estão os verdadeiros nomes de cada pessoa da equipe de filmagem que deu uma mãozinha para trazer à vida esta fragata real.

Independente de seus países, sejam EUA, México, Inglaterra, Nova Zelândia ou Austrália. A lista homenageia aqueles carpinteiros, ilustradores, moldadores, pintores e o pessoal do departamento de arte que contribuiram com este verdadeiro monumento aos cenários de filmes. Robinson estima que haja pelo menos 200 pessoas listadas.

Quando perguntam a ele sobre o navio (sua inspiração, suas dimensões, seja o que for), o veterano artesão do cinema rapidamente menciona os nomes daqueles que ajudaram a trazer à vida sua grande visão. Embora apenas o nome dele vá aparecer na tela do cinema como o único designer de produção do filme, ele reconhece carinhosamente que há dúzias de mentes criativas (e centenas de mãos talentosas) que construíram o régio cenário.

Como o supervisor de direção de arte Ian Gracie, que ocupou o mesmo cargo em “O Leão, a Feiticeira e o Guarda-roupa”. Ou o diretor de arte neo-zelandês Mark Robins, que estava todos os dias em Cleveland Point supervisionando a construção do navio (após vê-lo pela primeira vez em um estúdio). Ou o diretor de arte mexicano Marco Nero, cujo trabalho inicial, quando as filmagens estavam marcadas para Rosarito Beach (o mesmo local onde Titanic foi gravado), se mostrou inestimável. Como o supervisor de construção Sean Ahern. Ou o pintor Matt Connors, sem cujas contribuições o navio seria apenas um modelo sem cor. Como os nomes no mastro, a lista de Barry não tem fim.

No dia em que o barco ficou finalmente pronto na península que avança sobre o Oceano Pacífico Sul, Barry parou ao lado de sua criação, quase chorando ao ver o resultado final do que começou como uma maquete de 90 centímetros, mais de dois anos antes.

Agora, sua obra, e também de seus colegas, podia brilhar diante das câmeras de cinema.

Estas poucas palavras são então dedicadas a este cavalheiro gracioso, artista e talento criativo, cujas contribuições, não apenas para o Peregrino da Alvorada, mas para o filme em si, são um testamento da mágica dos filmes em uma terra cujas paisagens mágicas acompanham os leitores de todo o mundo por mais de meio século. E continuarão acompanhando neste milênio.

>> NARNIANO – por Lucy Pevensie

 

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