“VAPORPUNK”: ANTOLOGIA STEAMPUNK SERÁ LANÇADA NO FANTASTICON 2010

quinta-feira | 5 | agosto | 2010

Relatos steampunk publicados
sob as ordens de Suas Majestades

Com força mundial, a estética steampunk vem angariando cada vez mais fãs brasileiros e portugueses. Seu apelo visual e o rico conteúdo inspirados no século XIX são o combustível certo para a produção de uma literatura que pode ser intensa, mas também descontraída. Descubra o que oito autores maquinaram nesse intricando conjunto de engrenagens que é a imaginação.

O steampunk nasceu como um gênero literário, mas ganhou vida própria e dominou a moda e as artes plásticas, tornando-se cada vez mais conhecido. Se a cultura da era vitoriana virou inspiração para essa estética, em Vaporpunk – Relatos steampunk publicados sob as ordens de Suas Majestades (Draco, 312 pp. 49,90), os organizadores Gerson Lodi-Ribeiro e Luis Filipe Silva imaginaram essa época tão distinta sob a ótica brasileira e portuguesa, repleta de inovações tecnológicas e acontecimentos inusitados.

Com a presença de renomados autores da ficção especulativa dos dois países, Octavio Aragão, Flávio Medeiros, Eric Novello, Carlos Orsi e o próprio Gerson pelo Brasil; Jorge Candeias, Yves Robert e João Ventura por Portugal; a coletânea traz oito noveletas movidas a vapor, disputas políticas, personagens famosos e armas engenhosas. 

Tudo isso regado a muita aventura e surpresas, porque mais do que repensar o gênero, Vaporpunk é um convite para conhecer um mundo alternativo, e o que Brasil e Portugal poderiam ter sido com tamanhas novidades.

Sobre os autores:

Gerson Lodi-Ribeiro
Autor carioca de FC e história alternativa. Publicou Alienígenas Mitológicos e A Ética da Traição na edição brasileira da Asimov’s. Autor do romance Xochiquetzal – uma princesa asteca entre os incas (2009), e participou das coletâneas Outras Histórias… (1997), O Vampiro de Nova Holanda (1998), Outros Brasis (2006), Imaginários v. 1 (2009) e Taikodom: Crônicas (2009). Como editor, organizou as antologias Phantastica Brasiliana (2000) e Como Era Gostosa a Minha Alienígena! (2002). Trabalha desde 2004 como consultor da Hoplon Infotainment, sendo um dos criadores do universo ficcional do jogo online Taikodom.

Luís Filipe Silva
É autor de O Futuro à Janela (prêmio Caminho de Ficção Científica em 1991), dos romances Cidade da Carne e Vinganças, e, com João Barreiros, de Terrarium. Tem contos publicados no Brasil, Imaginários v. 2 (2009), Espanha e Sérvia, na antologia luso-americana Breaking Windows, e na antologia representativa da FC europeia em 2007, Creatures of Glass and Light. O seu trabalho mais recente é Aquele Que Repousa na Eternidade, uma novela lovecraftiana. site TecnoFantasia.com.

Octavio Aragão
Doutor e mestre em Artes Visuais pela Escola de Belas Artes – EBA, UFRJ (2007 e 2002).  É professor Adjunto Nível 1 da Escola de Comunicação – ECO/UFRJ. Autor do romance A Mão que Cria (2006) e editor da antologia de contos Intempol (2000). É co-autor do livro Imaginário Brasileiro e Zonas Periféricas (2005), com a professora doutora Rosza Vel Zoladz, e publicou artigos em revistas como Arte e Ensaios e Nossa História.

Jorge Candeias
É português algarvio e tem desenvolvido nos últimos anos intensa atividade nos meios ligados à FC e ao fantástico dos dois lados do Atlântico (embora mais do lado de lá do que de cá, por óbvias razões logísticas). De momento ganha a vida como tradutor, e já tem no currículo um par de traduções de que se orgulha. Também tem no currículo um pequeno livro, Sally, (2002) e contos espalhados por publicações portuguesas, brasileiras, inglesas e argentinas, em papel e em bits.

Flávio Medeiros Jr.
Nasceu e vive em Belo Horizonte. Escreveu durante toda a infância, por isso joga mal futebol. Um dia entendeu que poderia ser médico e escrever como hobby, ou ser escritor e exercer a medicina como hobby. Como a última opção dá cadeia, optou pela primeira. Formou-se em medicina na UFMG e tornou-se oftalmologista. Autor do romance policial de ficção científica Quintessência (2004). Tem contos publicados nas coletâneas Paradigmas 2 (2009), Imaginários v. 1 (2009) e Steampunk (2009).

Eric Novello
É tradutor, escritor e roteirista. Publicou os romances Dante, o Guardião da Morte (2004), Histórias da Noite Carioca (2004) e Neon Azul (2010). Participou de várias coletâneas e co-organizou os primeiros dois volumes da coleção Imaginários e Meu Amor é um vampiro (2010).
site www.ericnovello.com.br

Carlos Orsi
Natural de Jundiaí (SP) é jornalista especializado em cobertura de temas científicos e escritor. Já publicou os volumes de contos Medo, Mistério e Morte (1996) e Tempos de Fúria (2005) e os romances Nômade (2010) e Guerra Justa (2010). Seus trabalhos de ficção aparecem em antologias como a Imaginários v. 1 (2009), revistas e fanzines no Brasil e no exterior.

Yves Robert 
É licenciado em informática, tem um mestrado em matemática e é professor assistente no IADE – Instituto Superior de Artes Visuais, Design e Marketing. Para além da sua actividade de docente e programador escreve textos publicitários estando especializado na área do marketing directo. Tem vários contos publicados em antologias brasileiras e portuguesas.

João Ventura
Escreve ficção curta que pode ser lida na internetE-nigma, Tecnofantasia, Épica, Storm Magazine, Contos Fantásticos, Axxón, Quimicamente Impuro, Breves no tan Breves Bewildering Stories, AntipodeanSF. Tem textos publicados também em fanzines e participou em várias antologias – A Sombra sobre Lisboa (2006), Universe Pathways (2006), Grageas ( 2007), Contos de algibeira (2007) Brinca comigo! e outras estórias fantásticas com brinquedos (2009), Almanaque do Dr. Thackery T. Lambshead de Doenças Excêntricas e Desacreditadas (2006). blogue fromwords.blogspot.com

Lançamento no dia 29 de agosto, Domingo, às 12 horas
FANTASTICON 2010 – IV Simpósio de Literatura Fantástica
Biblioteca Viriato Corrêa
Rua Sena Madureira, 298 – Vila Mariana – São Paulo, SP
Tel.: 11 5573-4017 e 11 5574-0389


STEAMPUNK: MAIS DO QUE UMA MODA, UMA CULTURA

quinta-feira | 5 | agosto | 2010

steampunk

“Retrofuturismo” é a palavra que melhor define o steampunk. Conceituado como um subgênero da ficção científica nascido em meados da década de 80, quando Kevin Wayne Jeter tentava rotular seus trabalhos e os de seus colegas escritores Tim Powers e James Blaylock, que escreveram uma série de romances entre 1979 e 1986 cuja característica principal eram histórias de Ficção Científica passada na época Vitoriana, com tecnologia “retro” e claras influências de clássicos da literatura de Ficção Científica.

No caso o paradigma da Revolução Industrial impulsionava os motores a vapor e a adaptação da nossa tecnologia atual para a época, e restaurava valores hoje perdidos pelas mudanças da sociedade.

Constantes inspirações no gênero SteamPunk, os romances de Ficção Científica do século XIX, como “20.000 Léguas Submarinas” e “Da Terra à Lua”, ambos de Julio Verne; “A Máquina do Tempo” e “Guerra dos Mundos”, de H. G. Wells; “Frankenstein”, de Mary Shelley; e “A Connecticut Yankee in King Arthur’s Court”, de Mark Twain, não escapam, atualmente, de serem associados ao novo gênero.

Esta nova linha de Ficção Científica se estende a várias outras mídias além da literatura como HQs, Mangás, Animes, Moda, Games, RPG e ao Cinema e, quem costuma apreciar a cultura SteamPunk, se começa a identificar a estética do novo gênero – seja ela intencional ou não – em filmes como “Metropolis”, “1984″, “Brazil – o Filme”, “Delicatessen”, “Jovem Sherlock Holmes”, “De Volta para o Futuro”, “A Cidade das Crianças Perdidas”, “As Aventuras do Barão de Munchausen”, “Wild Wild West” esse inclusive um grande exemplo do modo de vida americano na era da rainha Vitória, “Pacto dos Lobos”, “SteamBoy” – um dos animes mais conhecidos do gênero, “O Cavaleiro sem Cabeça”, “Liga Extraordinária” – que juntou vários heróis da era vitoriana em uma super ação e com elementos tecnológicos, “Van Hensing”, “Hellboy”, “O Grande Truque”, “A Bússola Dourada”, “9 a salvação” e muitos outros.

Com uma estética por vezes bela, por vezes inusitada e, por que não, por vezes grotesca, o SteamPunk conquistou o público Gótico, Cyber, Industrial e Punk sem dificuldade, bem como todos os que apreciam a riqueza de detalhes, que é fruto da colisão entre a tecnologia moderna e os recursos e a estética Vitoriana, repleta de bronze, couro, cobre, pano, vapor e eletricidade.

E nesse conceito de unir arte, história e tecnologia muitas pessoas se unem para promover o movimento. Em 2010 o Steampunk sai de um gênero para uma cultura. Aqui no Brasil diversas cidades têm seus conselhos, ou lojas como também são conhecidas (fazendo referência aos tradicionais maçons), onde eventos são realizados, oficinas para montagens de peças steampunk e customização de objetos, jogos de RPG, moda e muito mais.

Se interessou? Para saber mais, visite: www.steampunk.com.br e confira se na sua cidade o Conselho já está presente, se não está é uma ótima oportunidade para  começar um, certo?
>> 1000 COMBOS – por Gisaiagami


“QUINTA DIMENSÃO” VAI PARA O CINEMA

quinta-feira | 5 | agosto | 2010

A MGM ainda tem planos de levar a série “Quinta Dimensão” para as telas do cinema, apesar dos problemas financeiros pelos quais o estúdio passa.

Patrick Melton e Marcus Dunstan foram contratados para desenvolverem o roteiro do filme, que será submetido a uma avaliação.

Para quem nunca ouviu falar de “Quinta Dimensão”, esta é uma série de ficção científica produzida entre 1963 e 1965. Criada por Leslie Stevens, a série, inicialmente batizada de “Please, Stand By”, surgiu na esteira de “Além da Imaginação”, trazendo uma abordagem antológica (sem atores ou situações fixas).

Mas, diferentemente dessa, “Quinta Dimensão” restringia-se a histórias mais focadas em alienígenas, o universo e temas científicos diversos ao longo de 49 episódios, assinados por roteiristas como Joseph Stefano (Psicose), Harlan Ellison (autor de livros), Robert Towne (Chinatown), entre outros. Entre 1995 e 2002 foi produzida uma nova versão.
>> VEJA – por Fernanda Furquim

Cenas de vários episódios da série

Abaixo, breve documentário sobre a produção original.


COMPARAÇÃO DE “A ORIGEM” COM QUADRINHO DO TIO PATINHAS CIRCULA PELA WEB

quinta-feira | 5 | agosto | 2010

Irmãos Metralha já invadiam sonhos em 2002

Donald inceptionEm A Origem, novo filme do roteirista e diretorChristopher Nolan, como você já deve saber, uma equipe é paga para invadir os sonhos das pessoas e buscar seus segredos.

Em “The Dream of a Lifetime”, HQ do célebre autor Don Rosa, os Irmãos Metralha utilizam uma nova tecnologia (desenvolvida pelo Professor Pardal) para penetrar nos sonhos do Tio Patinhas e descobrir a senha da Caixa-Forte.

É essa a comparação que começou no Reddit ontem e já circula a web. O gibi do Tio Patinhas não é tão velho; foi publicado originalmente na Noruega em 2002, nos EUA em 2004 e no Brasil em 2003 (em Tio Patinhas #457) e no ano passado (Disney Big 3). As semelhanças chegam inclusive à utilização dos totens, os objetos que os invasores de sonhos usam no filme como link com a realidade.

Nolan já disse, em entrevistas, que desenvolveu o primeiro conceito da história há aproximadamente dez anos, chegou a entregar um esboço à Warner e esperou ganhar experiência para realizar o filme.

Coincidência ou não, vale a pena ler a HQ dos patos – disponível gratuitamente, em inglês, nosite da Disney – e depois imaginar que Leonardo DiCaprio, no filme, está fazendo o papel do Pato Donald.

A Origem estreia sexta-feira no Brasil. A crítica será publicada nesta quinta-feira, e o Especial do filme está sendo atualizado com entrevistas – confira.

>> OMELETE – por Érico Assis


A HISTÓRIA DA LITERATURA DE FICÇÃO CIENTÍFICA

quinta-feira | 5 | agosto | 2010

O que é Ficção Científica? O que há nessa expressão que provoca tanto interesse e fascínio em uns, e ao mesmo tempo mexe com o imaginário popular por meio de toda uma simbologia muito específica veiculada principalmente pelo cinema, como robôs, espaçonaves e alienígenas? O que nem todo mundo sabe é que a Ficção Científica começou como um gênero literário e sua manifestação como tal foi e continua sendo uma verdadeira revolução que move a cultura, mais até que o cinema. As três leis da robótica, o ciberespaço, o Second Life, tudo isso existe no mundo real hoje, mas foi criado pelas mentes de escritores de ficção científica. O curso apresentará um panorama da literatura do gênero desde sua criação “explícita” por Hugo Gernsback em 1926, com um passeio pelos antecessores diretos (Jules Verne, Edgar Allan Poe e H.G.Wells) até os dias de hoje, com autores pós-modernos que advogam uma repaginação da Ficção Científica como um gênero híbrido, como Jeff VanderMeer e China Miéville, que trabalham com vertentes como o Steampunk e o New Weird.

O objetivo do curso é mostrar aos alunos, por meio dos clássicos antigos e modernos da literatura do gênero, as mudanças pelas quais o conceito de ficção científica passou ao longo do tempo e sua influência na cultura, não só no cinema nas adaptações, mas também no cotidiano, graças ao advento da cibercultura, dos games e dos dispositivos móveis.

Fábio Fernandes é Jornalista, tradutor. Escritor, roteirista e dramaturgo. Doutor em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP. Traduziu obras como  NeuromancerFundação e Laranja mecânica. É autor do romance Dias de peste (2009).

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Público-alvo: Estudantes, escritores diletantes, professores e pessoas interessadas.

Certificado: Será conferido pela Universidade Cruzeiro do Sul e o Espaço Terracota.

Início: 11 de setembro de 2010

Duração: 18 horas

Horários: Sábados, das 9h às 12h.

Número de alunos por turma: 25 vagas . 

Local do Curso: Espaço Cultural Terracota – Av. Lins de Vasconcelos, 1886 – Aclimação – São Paulo

Investimento: 120 reais (pode ser pago em 2 vezes)

Baixe o plano de aula completo clicando aqui

Dúvidas, informações: (11) 2645-0549

Matriculas pelo email contato@terracotaeditora.com.br


JANE AUSTEN SE TORNA UMA VAMPIRA EM LIVRO

quinta-feira | 5 | agosto | 2010

O que uma simples livraria localizada numa pequena cidade ao norte de Nova York pode esconder? Edições esgotadas de livros e uma atendente excêntrica? Na pacata cidade de Brakeston, a livraria Flyelaf oculta muito mais: uma vampira de 233 anos, que além de esconder sua natureza, precisa manter sua verdadeira identidade em segredo.

Chega às livrarias de todo o país, pela editora Lua de Papel, o divertido romance Jane Austen – A Vampira.  Na trama, criada porMicheal Tomas Ford, a famosa escritora inglesa do século XVIII figura como personagem principal. Depois de ser transformada em vampira por uma antiga e desprezível aventura amorosa, Jane deixa a Inglaterra e passa a viver nos Estados Unidos, sob a identidade de Jane Fairfax.

Além de administrar seu pequeno negócio, Jane busca uma editora para publicar seu romance inédito, já que os seus livros não lhe rendem mais nenhum centavo de direitos autorais, afinal, ela está morta, ou deveria estar. E como se não bastassem todos os problemas, um antigo romance mal resolvido volta para atrapalhar os planos de Jane. Vida de vampiro, ou o que quer que isso signifique, não é nada fácil.

Jane Austen – A Vampira proporciona uma releitura de grandes clássicos da literatura, como a poesia de Lord Byron e as obras das irmãs Brontë, com uma pitada de humor negro e um gostinho de sangue.

Uma das autoras mais lidas de todo o mundo, Jane Austen teve sua popularidade renovada nos últimos anos graças a novas adaptações para o cinema e livros satíricos, com destaque para Orgulho e Preconceito e Zumbis, escrito por Seth Grahame-Smith, que elogia a nova obra: “É impossível não amar a perspicácia de Michael Thomas Ford e os dentes afiados de Jane Austen…“.

Jane Austen – A Vampira tem 310 páginas, formato 14 x 21 cm, tradução por Carlos Szlak e preço sugerido de R$ 39,90.

Michel Thomas Ford é autor de diversos livros juvenis e adultos, dentre eles, Alec Baldwin Doesn´t Love Me That´s Mr. Faggot To You. Seu trabalho recebeu excelentes críticas e, por duas vezes, ganhou o prêmio de Melhor Livro de Humor. Recentemente tornou-se membro da Horror Writers Association, após ter sido premiado com o Bram Stoker Award.

A editora Lua de Papel é uma das mais importantes do grupo LeYa – formado por 18 editoras em Portugal e que acaba de ser fundada no Brasil. Seguindo o caminho da matriz e com o objetivo de criar uma identidade própria e firmar-se como uma das grandes editoras no país, a editora Lua de Papel tem como Publisher, Pedro Almeida, e conta com uma equipe própria de editorial, marketing e comercial.
>> HQ MANIACS – por Leonardo Vicente Di Sessa


“SPARTACUS: BLOOD AND SAND” CHEGA AO BRASIL

quarta-feira | 4 | agosto | 2010

A nova série dos produtores de “Hércules” e “Xena, a Princesa Guerreira”, chega ao Brasil para um público limitado. O canal Globosat HD comprou a série “Spartacus: Blood and Sand“, que tem previsão de estreia para o dia 7 de agosto, às 23h.

Criada por Stephen S. DeKnight, com base em história real, a série teve 13 episódios em sua primeira temporada. Renovada para uma segunda, a produção precisou ser temporariamente suspensa para dar tempo ao seu protagonista, Andy Whitfield, submeter-se a um tratamento contra o câncer, detectado durante exames de rotina.

Para manter o interesse do público na história, o canal Starz americano encomendou a produção de uma minissérie de seis episódios, que apresentará um prelúdio à história vista na primeira temporada. As filmagens da minissérie terão início esse mês, com previsão de estreia nos EUA para outubro.

A história de Spartacus já foi levada com sucesso ao cinema, com direção de Stanley Kubrick, tendo Kirk Douglas no papel principal. Na série, acompanhamos a vida de Spartacus, um guerreiro que foi traído por um oficial romano, transformado em escravo e comprado pela Casa de Batiatus, que mantém uma das mais importantes escolas de gladiadores da região. Ao longo dos episódios, vemos Spartacus lutar contra seu destino, na esperança de um dia rever sua esposa.

Adaptando a linguagem visual dos video games, a série explora as cenas de ação, violência e sexo para narrar a vida de Spartacus e as manipulações de Batiatus e sua esposa para ascender socialmente. Confira o elenco aqui.

A série terá exibição pelo canal Globosat HD aos sábados, às 23h, com reprise nas quintas, à meia-noite.
>> VEJA – por Fernanda Furquim

Leia a entrevista “Um Brasileiro na Arena de Spartacus“.