“PULSAR”: SELO DA DEVIR DEDICADO À FICÇÃO CIENTÍFICA ALCANÇA A MARCA DE 10 TÍTULOS

quinta-feira | 27 | janeiro | 2011

Com a publicação do romance Angela entre dois Mundos, de Jorge Luiz Calife, em dezembro de 2010, o selo Pulsar da Devir chega à marca de dez livros publicados.

É um reforço substancial à publicação de ficção científica no Brasil, com títulos particularmente significativos, como os multipremiados romances de Orson Scott Card, O Jogo do Exterminador e Orador dos Mortos; o quarto livro de contos de André Carneiro, Confissões do Inexplicável, a mais volumosa coletânea de FC brasileira já editada; Os Melhores Contos Brasileiros de Ficção Científica, a primeira antologia retrospectiva da história do gênero no Brasil, e um sucesso de vendas; Tempo Fechado, do escritor cyberpunk Bruce Sterling, romance que antecipou as mudanças climáticas globais; Trilogia Padrões de Contato, de Jorge Luiz Calife, reunindo pela primeira vez três romances clássicos da FC brasileira em um único volume; Anjos, Mutantes e Dragões, o primeiro livro de contos do destacado autor brasileiro de FC e fantasia, Ivanir Calado; e o quarto romance de Calife, Angela entre dois Mundos.

Os Dez Títulos da Pulsar:

1. O Jogo do Exterminador (Ender’s Game), Orson Scott Card

2. Confissões do Inexplicável, André Carneiro

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3. Orador dos Mortos (Speaker for the Dead), Orson Scott Card

4. Os Melhores Contos Brasileiros de Ficção Científica, Roberto de Sousa Causo, ed.

5. Tempo Fechado (Heavy Weather), Bruce Sterling

6. Trilogia Padrões de Contato, Jorge Luiz Calife

7. Os Melhores Contos Brasileiros de Ficção Científica: Fronteiras, Roberto de Sousa Causo, ed.

8. Xenocídio (Xenocide), Orson Scott Card

9. Anjos, Mutantes e Dragões, Ivanir Calado

10. Angela entre dois Mundos, Jorge Luiz Calife

Os títulos da Pulsar contam com traduções de especialistas em ficção científica como Carlos Angelo e Sylvio Monteiro Deutsch, e artes de capa de artistas talentosos como Vagner Vargas e Felipe Campos. Para o futuro imediato, a Pulsar promete manter o alto nível e a ousadia editorial que a tem caracterizado até aqui.

Alguns dos Próximos Lançamentos do selo Pulsar:

O Último Teorema (The Last Theorem), de Arthur C. Clarke & Frederik Pohl. Um complexo romance de primeiro contato com inteligências alienígenas e de política internacional, é o último livro escrito por Clarke, o grande mestre da ficção científica, morto em 2008.

Os Filhos da Mente (Children of the Mind), de Orson Scott Card. Romance que fecha o primeiro ciclo de aventuras de Ender Wiggin, iniciado com o multipremiado (Prêmios Hugo e Nebula) O Jogo do Exterminador (Ender’s Game), um best-seller com mais de dois milhões de exemplares vendidos no mundo.

The Windup Girl (ainda sem título em português), de Paolo Bacigalupi. O romance ganhador dos Prêmios Hugo, Nebula e Locus de 2009, é um dos mais premiados livros de estréia de um autor de ficção científica, comparável apenas a Neuromancer (1984), de William Gibson.

A Cidade e as Estrelas (The City and the Stars), de Arthur C. Clarke, marcará o retorno às livrarias brasileiras deste que é o principal romance da melhor fase do mestre inglês da ficção científica, um dos grandes nomes do gênero no século 20 e autor de 2001: Uma Odisséia no Espaço.

Assembléia Estelar: Histórias de Ficção Científica Política, organizada pelo jornalista e cientista político Marcello Simão Branco, é a primeira antologia internacional com esse tema montada no Brasil. Com histórias de André Carneiro, Ataíde Tartari, Bruce Sterling (EUA), Carlos Orsi, Daniel Fresnot, Fernando Bonassi, Flávio Medeiros, Henrique Flory, Luís Filipe Silva (Portugal), Miguel Carqueija, Orson Scott Card (EUA), Roberto de Sousa Causo, Roberval Barcellos e Ursula K. Le Guin (EUA).

As Melhores Novelas Brasileiras de Ficção Científica, antologia organizada por Roberto de Sousa Causo, com novelas e noveletas clássicas da ficção científica nacional: “Zanzalá” (1928), de Afonso Schmidt; “A Escuridão” (1963), de André Carneiro; “O 31.º Peregrino” (1993), de Rubens Teixeira Scavone; e “A nós o Vosso Reino” (1998), de Finisia Fideli.

Trilhas do Tempo, de Jorge Luiz Calife. O segundo livro de contos de Calife, autor da Trilogia Padrões de Contato, o grande clássico da ficção científica hard brasileira.

Conheça os autores que, nos dez títulos do selo Pulsar, alargam os limites de como enxergamos a ficção científica nacional e internacional:

Afonso Schmidt
André Carneiro
Berilo Neves
Braulio Tavares
Bruce Sterling
Cid Fernandez
Domingos Carvalho da Silva
Finisia Fideli
Gastão Cruls
Ivan Carlos Regina
Ivanir Calado
Jorge Luiz Calife
Jerônymo Monteiro
Leonardo Nahoum
Levy Menezes
Lima Barreto
Lygia Fagundes Telles
Machado de Assis
Marien Calixte
Orson Scott Card
Ricardo Teixeira
Roberto de Sousa Causo
Rubens Teixeira Scavone

Devir Livraria: “Líder em ficção científica”
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“STAR TREK”: BRANNON BRAGA E A TEMÁTICA GAY NA SÉRIE

quarta-feira | 26 | janeiro | 2011

O tema que uma vez ou outra rola pela internet refere-se a pouca visibilidade de personagens gays em séries e filmes. Uma das franquias que tem recebido críticas desses grupos é justamente Jornada nas Estrelas, uma série humanista que, segundo essas pessoas, deveria mostrar um futuro com liberdade sexual. O site AfterElton.com, que defende a causa homossexual, conversou com o co-produtor e roteirista Brannon Braga sobre o assunto.

Segundo o autor do artigo, apesar de Gene Roddenberry ter dito em 1991 ao The Advocate que a quinta temporada de A Nova Geração mostraria tripulantes gays como parte da vida na nave, isso nunca ocorreu na série e nem nas seguintes.

Em 2008, o fanfilm Star Trek Phase II produziu uma versão online de um episódio com temática gay, inicialmente prevista para A Nova Geração e escrito por David Gerrold.

Durante a  Television Critics Association Press Tour, em Los Angeles, em que Brannon Braga esteve presente, o AfterElton fez uma breve entrevista para extrair a opinião do produtor sobre o assunto, e se sua nova série, Terra Nova, poderia ser mais flexivel quanto ao tema.

Terra Nova possui personagens gays ou qualquer conteúdo gay?
“Agora? Não, a partir de agora não havia nada no piloto. Assumindo que não há nada para impedir isso. Estamos tentando construir uma sociedade, você sabe, construir uma utopia na verdade. Eu acho que nós gostaríamos de retratar um futuro iluminado. Mesmo se fosse um futuro arruinado que viemos, em termos do ambiente e da tecnologia de modo que já é alguma coisa. Estou feliz que você tenha trazido (o tema) até porque é algo que deve estar presente.”

Eu sou muito fã de Jornada, mas infelizmente nenhuma das séries incluiu um personagem gay. Você estava envolvido com os roteiros de dois filmes e produtor ou produtor executivo de A Nova Geração, Voyager e Enterprise. Você pode dizer porque isso nunca aconteceu?
“Foi uma vergonha para muitos de nós … Eu estou falando sobre A Nova Geração, Deep Space Nine e houve um movimento de ida e volta constante sobre o que fazer para retratar o espectro da sexualidade. Havia pessoas que sentiram muito fortemente que deveríamos mostrar casualmente, apenas dois caras juntos no fundo do salão de recreação. Na época, a decisão foi tomada para não fazer isso e acho que essas mesmas pessoas tomariam uma decisão diferente agora, porque eu acho que foi em 1989, bem, sim por volta de 1989, 90, 91. Não tenho dúvidas de que esses mesmos caras criativos não se sentiriam tão hesitantes em serem sensíveis em relação a uma decisão como essa.”

Por que você acha que a ficção científica, uma vez que ela é muito progressista, tenha feito muito pobremente quando se trata de ser incluído (o tema gay) na televisão americana?
“Você sabe o que é engraçado é que foi tratado de forma mais metafórica. A Nova Geração fez alguns episódios que você poderia dizer … Eu trabalhei em um de Deep Space Nine com Dax (“Rejoined”). Eu não sei se posso falar por todo o gênero de ficção científica, certamente da franquia de Jornada, tal como existia na época.”

Você acha que há 20 anos atrás, houve uma certa relutância em fazê-lo porque a ficção científica, de forma errada ou com razão, é percebida como sendo para os jovens do sexo masculino? Vocês ficaram preocupados com isso?
“Eu acho que foi isso, não tanto da discussão sobre o jovem, ela era uma série para família do Syndication, mostrado a seis horas (da tarde), em Salt Lake City, assim você teve que lidar com cada filial separadamente, e não uma rede. E coisas assim.”
Não foi uma decisão pensando a frente. Conhecendo os atores envolvidos, conhecendo os tomadores de decisão, sabendo que eles se sentiam relutantes sobre o assunto, nós não estamos nem dizendo “sim”, e nem dizendo “não”, não estávamos apenas não tocando nisso agora.”

O senhor acha que a próxima iteração da série ou filme não vai ter isso, os fãs gays têm o direito de estarem chateados neste momento? Depois de tudo isso, se isso ainda não vai estar em 2011 0r 2012 …
“Bem, quero dizer, o filme é como um pássaro diferente. Se houvesse uma série de TV, eu concordaria com você. Mas para um filme, eu pessoalmente não faria. Com uma série de TV, você está criando um mundo inteiro, você está criando um todo. Como você estava dizendo, se isto durar cinco anos, e se você não ver isso lá, aí sim você teria algumas questões. Já um filme de duas horas, você está sentado lá e está comendo sua pipoca, se não encaixar … se não é parte da história, não é parte da história. Há muitas coisas que não fazem parte da história, sabe? Essa é minha opinião pessoal.”
>> TREK BRASILIS – por Ralph Pinheiro – TrekToday


“VAMPIRO AMERICANO” CHEGA AO BRASIL E DEVOLVE O MITO DO VAMPIRO ÀS NARRATIVAS DE HORROR

quarta-feira | 26 | janeiro | 2011

ENFIM, UM MONSTRO
Vampiros sempre estiveram na pauta da cultura pop, mas poucos se arriscaram a remodelar suas características românticas e repetidamente utilizadas. É por isso que Vampiro Americano, de Scott Snyder e desenhada pelo brasileiro Rafael Albuquerque (revista mensal Vertigo, 100 págs, R$ 10) é uma das obras mais interessantes das várias que apareceram nos últimos tempos tendo sanguessugas como mote.

» Leia um preview de Vampiro Americano

Publicada nos EUA pela Vertigo e pela revista de mesmo nome aqui no Brasil, a série consegue dosar uma narrativa bem construída de referências históricas e trama complexa com cenas cheias de violência e impacto. Skinner Sweet é o primeiro vampiro a ser criado nos EUA e a HQ mostra a sua trajetória e todo o sangue derramado por onde passou.

Escrita em parte pelo celebrado Stephen King, a série nem precisou da fama do escritor para se firmar como uma das melhores HQs lançadas pelo mercado norte-americano este ano. Quem se destacou mesmo foi Rafael. Ele chamou atenção no mercado internacional e mostrou ecletismo no seu estilo.

Os vampiros daqui não conservam a humanidade que alguns outros produtos recentes mostram, vide True Blood e Crepúsculo. Se aproximam mais das lendas europeias que os mostram como monstros. Sweet é feroz e tem os poderes derivados do sol. Além dele, a HQ foca atenção na vida de Pearl Jones, uma jovem atriz figurante na Hollywood dos anos 1920.

Até a sexta edição, Stephen King assina uma história curta que funciona mais como um painel para ambientar o leitor no horror da história de vampiros na primeira metade do século passado. American Vampire fez muito sucesso nos EUA na época do seu lançamento e críticos a tomam como o melhor da linha Vertigo. A Panini vem dando destaque para o título em sua revista mensal com histórias do selo adulto da DC Comics.
>> REVISTA O GRITO! – por Paulo Floro


“CRIPTA”: CLÁSSICOS DO TERROR EM QUADRINHOS

quarta-feira | 26 | janeiro | 2011

Cripta - Volume 1 (Mythos Editora)Eerie Creepy — provavelmente as revistas de horror mais clássicas de todos os tempos — circularam no Brasil originalmente entre 1976 e 1981, pela revista Kripta. Uma briga, que durou vários anos pelos direitos autorais impediu novas reedições e republicações das HQs.

Passados tantos anos, finalmente os fãs de quadrinhos de terror terão a oportunidade de lerem e relerem as histórias em uma versão digna dos colecionadores mas exigentes.

Mythos Editora finalmente anunciou para esse mês o lançamento de Cripta Volume 1. A edição irá reunir histórias de horror, suspense e ficção científica  em um encadernado de luxo, com 5 edições completas da Eerie, incluindo as capas originais coloridas.

A revista trará figuras como Gray Morrow (Homem-Aranha no final dos anos 60), Frank Frazetta (Conan), Alex Toth, Neal Adams, Steve Ditkoe vários outros.

Cripta – Volume 1 tem 244 páginas e custa em torno de R$ 48,90. Ainda não existe previsão para os próximos volumes.
>> OS ARMÊNIOS


NÃO CONTEM COM O FIM DO LIVRO

segunda-feira | 24 | janeiro | 2011

O primeiro livro interessante de 2011 está sendo esta coletânea de diálogos (Ed. Record, 2010) travados entre Umberto Eco e Jean-Claude Carrière, com intermediação do escritor Jean-Philippe de Tonnac. Gosto de livros de diálogos assim, porque muitas vezes (como no presente caso) temos a sensação de estar na mesma sala, sem direito a voz, mas com direito a testemunhar a troca de idéias e de informações entre dois sujeitos que têm grande quantidade delas. Umberto Eco, autor de O Nome da Rosa é mais conhecido do que Carrière, que os cinéfilos conhecem como roteirista de dezenas de bons filmes, entre os quais alguns dos melhores de Luís Buñuel. O tema das conversas é o Livro, na era das tecnologias eletrônicas, das novas formas de edição e comercialização; e este tema tem um interesse adicional porque os dois, além de escritores, são bibliófilos e colecionadores de obras raras, com grande conhecimento da literatura e do mercado editorial dos últimos séculos.

Eco e Carrière conversam como quem joga frescobol, procurando devolver a bola ao outro da melhor maneira possível para que este abra uma nova vereda no diálogo. Mesmo quando discordam, o fazem com leveza e bom-humor. O fato de um ser italiano e o outro francês os leva a fazer comparações constantes (sem ufanismo, sem bairrismo) entre as artes dos respectivos países. A certa altura, Eco se pergunta por que motivo não havia uma grande pintura inglesa no tempo de Shakespeare, enquanto que no tempo de Dante havia Giotto, e na época de Ariosto havia Rafael. É como se em dado momentos as energias criativas de um país inteiro convergissem para uma única forma de arte, enquanto que em outros, por motivos obscuros, elas florescessem simultaneamente em muitas direções. Carrière cita uma frase meio cruel de François Truffaut, que dizia: “Não existe cinema inglês, não existe teatro francês”.

Com relação ao desaparecimento do livro, os dois observam com razão que as tecnologias digitais ficam obsoletas muito mais rapidamente que o livro impresso. Carrière vai buscar em sua biblioteca um pequeno incunábulo em latim, impresso em Paris em 1498; com exceção de umas poucas palavras obscuras, é perfeitamente legível como linguagem e como tecnologia, cinco séculos depois. E ele cita o caso de um cineasta belga, seu amigo, que tem no porão de casa 18 computadores diferentes, para poder consultar trabalhos antigos, criados em programas de PC que não são mais usados hoje.

Os dois comentam que a possibilidade atual de armazenar quantidades imensas de dados não significa que tudo isto continuará armazenado (e acessível) indefinidamente, e observam que mesmo uma biblioteca gigantesca não passa de uma mera seleção, um filtro de escolha, de prioridades, aplicado a uma cultura. “O que devemos preservar?” – eis a questão, porque é impossível preservar tudo, tanto quanto é impossível consultar tudo quanto foi preservado (e que é necessariamente uma pequena parte desse todo).
>> MUNDO FANTASMO – por Bráulio Tavares


CHAPEUZINHO VERMELHO ENCONTRA O LOBISOMEM MAU EM NOVO TRAILER

segunda-feira | 24 | janeiro | 2011

Quem se importa com a tradição? As distribuidoras de cinema brasileiro é que não. Chapeuzinho Vermelho virou “A Garota da Capa Vermelha” na tradução brasileira. E ganhou um novo trailer.

O vídeo revela muitas cenas inéditas da produção dirigida por Catherine Hardwicke (“Crepúsculo”) e destaca o personagem Padre Solomon (Gary Oldman), um caçador de bruxas, encarregado de matar o lobisomem que aterroriza a vila medieval da trama. O lobo mau aparece rapidamente e o vídeo termina com a jovem heroína (Amanda Seyfried) dizendo a célebre frase “Que Olhos Grandes Você tem”.

A Garota da Capa Vermelha” estreia em 11 de março nos EUA. No Brasil, em 21 de abril.
>> PIPOCA MODERNA – por Caio Arroyo


MULHER MARAVILHA: APROVADA A NOVA SÉRIE

segunda-feira | 24 | janeiro | 2011

Por anos o projeto de um filme da Mulher-Maravilha (Wonder Woman) que seria tocado por Joss Whedon ficou engavetado, e mais recentemente o produtor David E. Kelley (Chicago HopeThe PracticeAlly McBeal) anunciou que pretendia levar a super-heroína de volta à TV, onde ela teve uma série nos anos 1970.

Aparentemente o projeto ia ter o mesmo destino do filme, já que foi recusado pela NBC, porém hoje a emissora voltou atrás e anunciou ter comprado a série, que será o primeiro programa de Kelley baseado nos quadrinhos.

A ideia do produtor, já aprovada pela Warner e a D. C. Comics, é atualizar e tornar mais realista a personagem, que com seus braceletes, laço mágico e o avião invisível, combaterá o crime na noite de Los Angeles, enquanto de dia será uma executiva. Ainda não foram divulgados nomes de equipe ou elenco.

>> SCI-FI DO BRASIL