Marvel, DC e Raj Comics: um inusitado crossover não autorizado

quinta-feira | 28 | agosto | 2008
Nagraj é um dos personagens mais populares dos quadrinhos da Índia. Criado nos anos 1980 por Late Pratap Mullick, o super-herói que “consegue deter dez elefantes com os dentes” continua protagonizando aventuras em gibis mensais e edições especiais publicados pela editora Raj Comics e já ganhou versões para o cinema e desenho animado. Mas somente em 2005 o nome do personagem começou a correr o mundo, menos por suas qualidades editoriais do que pela divulgação de um inusitado crossover não autorizado que protagonizou com Super-Homem, Batman e Homem-Aranha, na década de 1980. Nesta semana, juntamente com novas informações sobre o episódio, voltaram a circular em blogs e sites da internet as imagens das páginas de Nagraj Vs. Shakoora The Magician, HQ na qual o herói indiano contracena com os famosos personagens da Marvel e da DC Comics, que chegam à Índia raptados por um mago alienígena. FONTE: Universo HQ – 28/08/2008 – por Marcus Ramone

1ª Fontes da Ficção

quinta-feira | 28 | agosto | 2008

Convite para o 1º Fontes da Ficção 

Ficção científica, terror, suspense, fantasia, esoterismo e mistério. Todos estes ingredientes não vão faltar em um novo espaço, aberto para compartilhar aventuras, impressões, contos e lançamentos de livros. A partir de agosto a Livraria Martins Fontes, juntamente com a Giz Editorial, promove o 1º Fontes da Ficção. Um encontro de vários mundos, dedicado completamente à literatura ficcional e de suspense, mistério e medo. No primeiro evento, dia 29 de agosto, sexta-feira, os autores discutirão temas como o amor vampiro, as lendas do folclore nacional, os mitos do Renascimento e os apócrifos cristãos. O evento marcará também o lançamento oficial do site Fontes da Ficção, mantido por quatro escritores, que trará semanalmente textos inéditos focados na temática do suspense e do mistério. O evento ocorre na Martins Fontes Paulista (Av. Paulista, 509 – Cerqueira César – Tel.:  11-2167-9900 ), das 19h às 21h, com participação de Sérgio Pereira Couto, J. Modesto, Nelson Magrini e James Andrade.

Mais quadrinhos Disney cancelados na Europa

quarta-feira | 27 | agosto | 2008
Os cancelamentos de quadrinhos Disney que vêm atingindo vários países chegaram à Itália e tiraram de circulação o gibi mensal do Tio Patinhas. Zio Paperone 216, lançado neste mês, foi o derradeiro suspiro de um título publicado há mais de 20 anos e para o qual foram produzidas centenas de histórias do pato mais rico do mundo, muitas delas traduzidas para outros países, incluindo o Brasil. Na última página da edição, os editores divulgaram uma carta de despedida e agradecimento aos leitores que acompanharam as aventuras do Tio Patinhas durante todos esses anos. A partir de agora, o personagem deverá aparecer com menos freqüência, buscando espaço nas outras publicações da turma de Patópolis. As baixas vendas da revista motivaram o cancelamento. O fato preocupa os leitores porque a “Velha Bota”, além de um dos raros países em que continuam a ser produzidas histórias inéditas dos personagens tradicionais da Disney, é onde eles ainda gozam de considerável popularidade. FONTE: Universo HQ – 27/08/2008 – por Marcus Ramone

CONHEÇA A SÉRIE ‘CRUSOE’

terça-feira | 26 | agosto | 2008

 
A NBC se prepara para estrear a série “Crusoe” no dia 17 de outubro com um filme piloto de duas horas de duração. O canal Fox já divulgou que comprou os direitos de exibição da série no Brasil, mas ainda não agendou uma data de estréia.

Com base na obra literária “Robinson Crusoe”, de Daniel Defoe, a série conta com a co-produção da Power, uma produtora inglesa independente, da Moonlighting, da África do Sul, e da Muse, do Canadá. Estão programados 13 episódios iniciais que estão sendo filmados em Londres, York, e na África do Sul. Ao que me consta, esta é a terceira produção de série americana a ser filmada no continente africano, sendo o filme de “24 Horas” e a minisérie “O Prisioneiro”, as outras duas.

Estrelada por Phillip Winchester, Tongayi Chirisa, Anna Walton, Sam Neill, Sean Bean, a série pretende fazer uma adaptação moderna do clássico da literatura. Considerada a história do Século XVIII sob a lente do Século XXI, a produção irá retratar Crusoe em dois momentos paralelos: sua vida na Inglaterra onde conheceu e se casou com Susannah, bem como sua relação com seu mentor, Jeremiah Blacktorp, até sua partida em um navio. O outro momento é sua vida como náufrago em uma ilha.

A comparação narrativa com “Lost” será inevitável, mas os fãs desta produção deverão levar em conta que ela não introduziu esta estrutura nas séries de TV, embora atualmente, seja a mais famosa e com certeza será apontada como referência. Foi “Kung Fu” em 1972 que introduziu a narrativa parelela do passado e presente em uma trama fixa, na qual apresentava dois momentos da vida de Kwain Chang Cane. uma em um templo e outra no velho oeste.

De qualquer forma, a história do personagem se apoiará em uma obra literária publicada em 1719, na qual temos um homem que sofre um naufrágio e se vê perdido em uma ilha tropical por 28 anos. Lá, faz amizade com Sexta-Feira, um nativo que lhe serve de companhia e que o ajuda a manter a sanidade mental. Os produtores divulgaram que pretendem unir elementos de “Profissão: Perigo/MacGyver”, “O Náufrago” e “Piratas do Caribe” para desenvolver as aventuras na Ilha. Isto porque o personagem irá encontrar as mais diversas dificuldades para se manter vivo em uma ilha sem qualquer traço da civilização, além de enfrentar piratas e outros inimigos que deverão surgir ao longo da história.

A história foi escrita com base em várias referências, como a da experiência vivida por Alexander Selkirk, um escocês que se tornou náufrago em uma ilha do Pacífico por quatro anos; o livro “Philosophus Autodidactas”, situada em uma ilha deserta, também é apontado como influência de Defoe para a crianção de “Robinson Crusoe”. E ainda existe um outro livro, “An Historical Account of the Island Ceylon”, biografia de Robert Knox sobre seu período vivido em uma ilha.

De qualquer forma, “Robinson Crusoe” se tornou um clássico apontado como manifesto do desenvolvimento da civilização, da economia individual e da colonização eruopéia. Seu sucesso inspirou um novo gênero, o robinsonismo, que influenciaria o surgimento de outras obras literárias, como “A Família Robinson Suíça/The Swiss Family Robinson”, escrita por Johann Wyss em 1812, e ainda “Viagens de Gulliver/Gulliver´s Travels”, publicada em 1726, que faz referência à Robinson Crusoe.

Na história original, Crusoe é um jovem inglês que embarca em uma viagem no ano de 1651, contrariando sua família que deseja que ele fique em Londres e crie raízes. Ele sofre um naufrágio, mas é resgatado. Ainda buscando novas aventuras, Crusoe embarca em uma outra viagem. Desta vez, o navio é atacado por piratas e Crusoe é feito escravo. Ele escapa juntamente com um garoto e retorna ao continente. Sem desistir de suas viagens, Crusoe conhece o capitão de um navio português na costa africana que está de partida para o Brasil onde entregará alguns escravos. Assi, Crusoe chega ao Brasil onde se torna proprietário de uma plantação. Mas a vida sem aventuras não lhe agrada e ele parte novamente em um outro navio de escravos.

É este que naufraga durante uma tempestade no ano de 1659, tornando-se o único sobrevivente em uma ilha. Depois de conseguir resgatar partes da estrutura do navio, ele consegue construir sua nova morada. Logo aprende a sobreviver com o que a ilha oferece e se torna um homem religioso. Anos mais tarde, ele descobre que não vive sozinho na ilha. Ela é visitada por uma estranha tribo de canibais que realiza ali o ritual de matar e comer prisioneiros. Quando um dos prisioneiros escapa, Crusoe o ajuda a se esconder. Ele o batiza de Sexta-feira, dia da semana em que se conheceram, e o ensina a falar seu idioma, convertendo-o ao cristianismo.

A Família Robinson Suíços

Pelo elenco da série, a história deverá seguir esta linha narrativa, já que está presente o ator português Joaquim de Almeida, que tem feito vários trabalhos internacionais, incluindo Hollywood. Ele interpretou Salazar no terceiro ano da série “24 Horas”.

Esta será a primeira vez que a obra “Robinson Crusoe” será retratada em uma série de TV, ou mesmo minisérie, americana. A história já tinha sido transformada em série pela TV da Bélgica em 1980, com “Robinson Crusoe”; em minisérie pela TV francesa em associação com a TV alemã, em 1964 com “Les Aventures des Robinson Crusoe”, em três episódios.

O mais próximo que a TV americana chegou foi na adaptação da obra “The Swiss Family Robinson”, com a série “A Família Robinson”, produzida por Irwin Allen em 1975 e que ganhou um remake em 1998. Ou mesmo a adaptação da idéia, com séries como “Perdidos no Espaço”, “Terra de Gigantes”, ambas de Irwin Allen”, ou ainda “A Ilha dos Birutas/Gilligan´s Island” todas dos anos 60, chegando aos dias de hoje com “Lost”. Uma obra escrita no século XVIII e que conseguiu sobreviveu ao tempo e às novas mídias.
>> TV SÉRIES – por Fernanda Furquim


GRAPHIC NOVEL POLÊMICA ENSINA A TRAFICAR DROGAS NA EUROPA

terça-feira | 26 | agosto | 2008


O estreante Jason Wilson é o artista da vez no mercado de quadrinhos da Inglaterra. Mas o burburinho em torno de seu nome não está restrito apenas aos círculos de fãs de gibis e já virou tema de discussões entre autoridades da região de Midland West.

E o motivo é o lançamento do álbum de luxo Him & Her’s Smuggling Vacation (algo como As Férias de Contrabando Deles, em tradução livre), escrito e desenhado por Wilson e inspirado em um episódio verídico da juventude de seu pai, Anthony Cyril Spencer, que traficou maconha da Espanha para a Inglaterra fazendo uma ponte por outros países da Europa sem ser incomodado.

Spencer já foi declarado pela polícia inglesa um dos criminosos mais procurados do Reino Unido. Por fabricação e contrabando de drogas e assalto à mão armada, ele havia passado duas décadas na prisão antes de, no início desta década, ser novamente condenado a seis anos de reclusão na Espanha, por tráfico de maconha. Nesse último período de cárcere, o traficante se uniu ao filho para contar sua história na graphic novel.

O problema, porém, é que, mesmo se tratando de uma aventura escrita em tom de pura comédia e misturada a elementos ficcionais, Him & Her’s Smuggling Vacation está sendo apontada como um guia detalhado e completo de como traficar drogas para a Inglaterra.

E não é para menos. Na HQ, há explicações sobre os melhores meios de transporte para esse fim; como levar maconha pelo mar e secá-la em terra; formas seguras de comunicação dos planos; descrição de como os policiais agem nas operações de vigilância; e muitas outras revelações que estão causando desconforto na polícia e entre os políticos.

“Estou absolutamente constrangido. Não quero impedir que criminosos escrevam sobre suas experiências. Mas colocar informações como essas em uma revista em quadrinhos é altamente perigoso, pois só aumentará o conhecimento criminal dos presos”, disse Khalid Mahmood, do partido Labour e membro do Parlamento do Reino Unido, em entrevista ao jornal britânico Sunday Mercury News. “Não podemos transformar nossas prisões em universidades do crime”, completou.

A preocupação de Mahmood se deve ao fato de que a graphic novel já é sucesso entre os detentos da prisão de Winson Green, que receberam alguns exemplares das mãos de amigos e parentes. Para desespero das autoridades inglesas, a intenção de Jason Wilson é a de que sua HQ chegue a todas as prisões da Inglaterra.

Lançada originalmente em seu próprio site, no ano passado, a história em quadrinhos era disponibilizada em capítulos até chamar a atenção da editora Dealer Comics. A publicação online foi interrompida na página 66 e a versão impressa (completa, com 74 páginas) já está circulando há cerca de dois meses.

Além da população carcerária, os fãs de quadrinhos e a crítica especializada também reagiram positivamente à HQ, registrando opiniões em blogs e fóruns de discussão na internet européia e norte-americana.

Isso porque, livre de qualquer preconceito ou moralismo, é fácil encarar Him & Her’s Smuggling Vacation como uma leitura obrigatória para quem gosta do estilo europeu de fazer HQs de humor com arte expressiva e caricatural, diálogos cortantes e diagramação quase caótica dos balões.

E embora Wilson afirme que sua graphic novel não tem a intenção de conferir uma áurea heróica aos criminosos, nas cenas de quase prisão ou de fuga do personagem principal é difícil não torcer a favor daquele que deveria ser encarado como um dos vilões da história e é mostrado como uma simpática vítima diante do leitor.

Segundo o Sunday Mercury News, ainda não há manifestações oficiais da polícia ou do departamento prisional de Midland West sobre o assunto. Por enquanto, não existem impedimentos legais contra a leitura do álbum dentro dos presídios.

E do lado de fora, a publicidade espontânea está garantindo um ótimo resultado de vendas, de acordo com informações de Jason Wilson.

Além disso, o impacto do tema nos leitores vem gerando comentários bem menos acalorados que os das autoridades inglesas. “Já imaginou se o álbum fosse impresso em folha de maconha? (…) Ficaria mais fácil passar pela fiscalização”, brincou um visitante do blog norte-americano The Beat.

As primeiras 66 páginas de Him & Her’s Smuggling Vacation continuam disponíveis para download no site da publicação, que apresenta, entre outras atrações, galeria de esboços e informações adicionais sobre a HQ. >> UNIVERSO HQ – por Marcus Ramone


COMÉDIA MONSTRO

segunda-feira | 25 | agosto | 2008

Clássico da literatura de terror vira piada nas mãos dos palhaços da companhia La Mínima, em cartaz em SP

Cena de "O Médico e os Monstros", que inicia temporada gratuita neste sábado (23), em SP

De monstro todo adolescente tem um pouco. Essa parece ser a máxima ao final do espetáculo “O Médico e os Monstros”, da companhia La Mínima, que acaba de estrear no Teatro Popular do Sesi, em São Paulo.
A peça, adaptada por Mário Viana a partir do romance “The Strange Case of Dr. Jeckyll and Mr. Hyde”, do escocês Robert Louis Stevenson (1850-1894), conta uma história antiga, escrita em 1886, de um jeito bem contemporâneo com uma pegada roqueira na trilha sonora, texto ágil e com gírias e referências ao universo pop (cinema, desenho animado e HQ) e ao noticiário.

Ou seja: se você costuma torcer o nariz para os clássicos, pode ser a hora de rever sua opinião. “O jovem leva um susto quando percebe que o clássico é mais moderno do que ele esperava”, diz Mário Viana, 48, que transpôs o cânone para o palco.

Domingos Montagner atua como Dr. Jekyll em "O Médico e os Monstros"

Esqueça também do clima de suspense do romance sobre o médico Henry Jeckyll, que busca uma fórmula capaz de isolar o mal da alma. Em vez do clima de terror criado para dar o surgimento de Edward Hyde, o terrível monstro que nasce dessa mistura, entra em cena a comédia rasgada.

Não era para menos. Dois palhaços veteranos, Domingos Montagner (o médico) e Fernando Sampaio (o monstro), do grupo circense La Mínima, exploram em cena os paralelos entre o cientista e a criatura, e as figuras do Branco e do Augusto (clássica dupla de palhaços). Outros quatro atores afiados, com destaque para Fábio Espósito como o criado Poole, dividem o palco do Sesi.

Na direção de Fernando Neves (cia. Os Fofos Encenam), a montagem carrega personagens que não existem no clássico de Stevenson, mas foram fazendo fama nas diversas adaptações no cinema. “Há referências até de Pernalonga, o maior palhaço do desenho animado, que tem episódio que trata do médico e do monstro”, diz Montagner, 46.

Sem blablablá
O dramaturgo conta que a preocupação foi “não debilitar o tema, fazer um blablablá bobinho”. “O adolescente está questionando tudo, acha que o mundo é uma droga, e tem que achar isso mesmo. Então ele é mais exigente do que os adultos”, completa o dramaturgo, que já escreveu dois outros textos para jovens, “Carro de Paulista” e “Bolo de Noiva”.

Viana compara o monstrengo Hyde ao adolescente. “O Hyde é feio, é cruel, mas é também o rebelde da história. A primeira coisa que ele fala é: “E aí, quero sair para a balada. Cadê a minha mesada?'”, conta.

“Todo adolescente se sente meio monstro diante do mundo estabelecido. E, fisicamente, é uma fase em que tudo está em transformação no corpo, a voz estranha e a cara cheia de espinhas…”, lembra.
>> Folheteen – por Gabriela Romeu


SCI FI CHANEL ENCOMENDA PRODUÇÃO DE STARGATE UNIVERSE

segunda-feira | 25 | agosto | 2008

Com o anúncio do cancelamento de “Stargate: Atlantis” nesta semana, o canal Sci Fi deu sinal verde para o início da produção de “Stargate: Universe”. Esta nova série da franquia estava prometida desde o ano passado, quando divulgaram o interesse de dar continuidade a este universo que originou-se de um filme produzido para o cinema em 1994.

“Stargate SG1”, a primeira da franquia para a TV, é considerada a mais longa série de ficção científica nos EUA. Iniciou em 1997 e terminou em 2007 com um total de 211 episódios em dez temporadas. Um gênero que tem dificuldades em se manter por tanto tempo, em função da audiência x custo de produção, “Stargate SG1” conseguiu se tornar um marco. “Stargate Atlantis” iniciou sua produção em 2004 e fechará agora em 2008 quando completa os almejados 100 episódios, que lhe permitirão sobreviver em syndication/reprises.

“Stargate Universe” terá um filme piloto de duas horas de duração a estrear na TV americana no início de 2009. A série está prevista para estrear logo depois. Brad Wright e Robert Cooper, co-autores da versão para a TV de “Stargate”, continuam na equipe de produtores e roteiristas.

Cena de “Stargate Atlantis”

A chegada tão rápida de “Stargate Universe” é uma estratégia do canal para seduzir o público, fão do gênero ficção científica que ficará orfão de “Stargate Atlantis” e de “Battlestar Galactica” no ano que vem. Muito embora esteja sendo planejada pelo próprio canal uma spinoff de “Battlestar Galactica”, chamada “Caprica”, ela ainda é apenas um piloto, sem previsão de ser transformada em série. Mesmo que isto ocorra, “Caprica” terá aventuras em terra, ao contrário de “Stargate Universe” que será situada no espaço. Os produtores também pretendem captalizar o interesse que o novo filme de “Jornada nas Estrelas” irá gerar nos cinemas. O qual por sua vez está captalizando o público de “Lost” ao trazer J. J. Abrams para a direção do longa-metragem.

A nova versão de “Stargate” irá trazer um grupo de exploradores que encontram uma nave antiga chamada Destiny. Sem conseguir voltar para a Terra, eles se mantém a bordo da nave que está pré-programada para levá-los ao lugar mais distante do universo. Os produtores procuram por um ator conhecido para interpretar o líder do grupo. Os demais personagens serão vividos por atores desconhecidos do grande público na faixa etária dos 20 e poucos anos para capitalizar a audiência jovem. Não estão descartadas as participações especiais de atores das séries anteriores da franquia.

Quanto à série “Stargate Atlantis”, ela terá continuidade no DVD, tal qual sua predecessora. Já foi encomendado um filme de duas horas de duração.
>> TV SÉRIES – por Fernanda Furquim