“SPACE OPERA”: FICÇÃO CIENTÍFICA E AVENTURA FANTÁSTICA

quinta-feira | 9 | setembro | 2010

Não é apenas uma sci-fi ou muito menos uma novela, mas uma soap opera, algo como uma ficção científica romântica, de aventura e de grandes personagens, como os já conhecidos Perry Rhodan, Flash Gordon e Adam Strange. Esta é a linha do gibi independente “Space Opera” (Editora Júpiter II, PB, 28 pgs., R$ 5), de Leonardo Santana.

No primeiro número da revista que pretende ser trimestral, há duas HQs: “Sonhos 2.0” (escrita por Santana, ilustrada por Will e publicada anteriormente na revista “Front” 19) e a inédita “Andrômeda – A queda”, com texto de Santana e boa arte de Ricardo Anderson e Téo Pinheiro.

Segundo o editorial, serão sempre duas aventuras: uma inédita e uma republicação, para apresentar o material a um novo público. E, se quisermos saber um pouco mais sobre Andrômedra, a deliciosa comandante que misteriosamente cai com sua nave espacial em um planeta desconhecido, teremos que aguardar o próximo capítulo da novela espacial.
>> GIBIZADA – por Télio Navega

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“MECANISMOS PRECÁRIOS”: LANÇAMENTO DO LIVRO DO CURSO “PRÁTICA DE CRIAÇÃO LITERÁRIA”

quinta-feira | 9 | setembro | 2010


TERRY PRATCHETT E OS PEQUENOS HOMENS LIVRES

sábado | 4 | setembro | 2010


Conrad Editora acaba de lançar nas livrarias Os Pequenos Homens Livres, (The Wee Free Men, no original) de Terry Pratchett. Apesar de também ser ambientado no universo Discworld, criado por Pratchett, este é o segundo livro da série que é direcionado a leitores mais jovens, portanto, não tendo relação direta com a coleção já lançada pela editora. O primeiro foi O Fabuloso Mauricio e seus Roedores Letrados, lançado em 2004. 

Com apenas uma frigideira e seu bom senso, Tiffany Dolorida, jovem futura bruxa de 9 anos, é tudo o que há entre os monstros do Reino das Fadas e o Giz, sua terra natal. Forçada a seguir rumo ao Reino das Fadas para recuperar seu irmão sequestrado, a senhora do Reino das Fadas pretende dominar o mundo ao eliminar a barreira que separa realidade e sonhos. Com isso, monstros e vilões dos pesadelos e histórias da carochinha irão invadir o Disco e apenas Tiffany poderá impedi-la.

O único problema é que, apesar de toda sua coragem e determinação, Tiffany ainda não sabe usar seus poderes, que certamente serão necessários para salvar o mundo. Ela se alia aos Nac Mac Feegle, também conhecidos como Pequenos Homens Livres, um clã de pequenos seres azuis que adoram beber e se meter em uma boa briga. Juntos terão de enfrentar muitos perigos e desafios até o encontro com a Rainha. A grande questão é: será que Tiffany conseguirá desenvolver seus poderes inatos até o confronto final com a Rainha?

Os Pequenos Homens Livres tem 264 páginas, formato 16 x 23 cm e custa R$ 32,00.

Terry Pratchett nasceu em 1948 e começou a trabalhar como jornalista em 1965. Depois de fazer todo tipo de trabalho possível no jornalismo provinciano, tornou-se assessor de imprensa de uma companhia de energia nuclear. Hoje, o autor vive em Wiltshire com sua esposa, Lyn, e sua filha, Rhianna. Ele afirma que escrever é a coisa mais divertida que alguém pode fazer sozinho. Entre os autores vivos, Terry Pratchett é o campeão absoluto de vendas na Inglaterra, permanecendo há quase uma década na lista dos dez livros mais vendidos publicada pelo Sunday Times.

A Conrad Editora surgiu em 1998, com publicações para o mercado de games. Em 1999, lançou os mangás Dragon Ball eCavaleiros do Zodíaco, os primeiros no país a serem publicados no estilo de leitura japonês. De lá para cá, aumentou seu catálogo com mangás como EvangelionOne Piece e Vagabond, além de material de grandes autores como Robert CrumbOsamu Tezuka,Joe SaccoMilo ManaraGuido Crepax e Terry Pratchett, entre outros, bem como de autores nacionais.

Em 2006, lançou o primeiro volume de uma luxuosa coleção da série Sandman, encerrada em 2008. Em 2009, depois de passar por algumas dificuldades, a editora foi adquirida pelo Grupo IBEP-Nacional, retomando seu ritmo de lançamentos.
>> HQ MANIACS – por Carlos Costa


“PETER PAN”: CANAL SYFY PREPARA MINISSÉRIE “NEVERLAND”

sábado | 4 | setembro | 2010

O canal SyFy americano inicia na próxima semana a produção da minissérie “Neverland”, com base no clássico “Peter Pan”, de J. M. Barrie. A história, dividida em quatro episódios, apresenta um prelúdio ao livro.

Escrita e dirigida por Nick Willing, a minissérie será filmada em locações em Gênova, na Itália, e em Dublin, na Irlanda. No elenco estão Rhys Ifans, como Jimmy Hook; Anna Friel, de “Pushing Daisies”, como a Capitã Elizabeth Bonny; Raoul Trujillo, como Holy Man; Charlie Rowe como Peter Pan; e Bob Hoskins, que já interpretou o auxiliar Smee no filme de Steven Spielberg, retorna ao personagem nessa minissérie. Por curiosidade, Rowe já interpretou o jovem Robin Hood, em um episódio da série inglesa, produzido em 2009.

À la “Oliver”, a história apresenta o órfão Peter (Rowe) e seus amigos vivendo nas ruas de Londres, sobrevivendo como batedores de carteiras. Jimmy Hook (Ifans), protetor dos meninos, convence o grupo a sair em busca de um tesouro mágico capaz de transportá-los a um outro mundo. Ao chegarem à Terra do Nunca, eles descobrem que ela é habitada por pessoas que vieram de várias épocas e lugares, incluindo piratas do século 18, comandados pela louca Elizabeth Bonny (Friel), que buscam há anos o segredo da eterna juventude. Este é protegido pelos nativos, chefiados por Holy Man (Trujillo). Assim, Hook, Peter e os demais, decidem ajudar os nativos a livrarem-se dos piratas.

Este é o quarto clássico transformado em minissérie pelo canal SyFy nos últimos anos. Os primeiros foram “O Mágico de Oz”, “Alice no País das Maravilhas” e “O Fantasma” (dos quadrinhos). A produção é da Parallel Films em parceria com a MNG Films, o canal SyFy e a Sky Movies HD, com distribuição da RHI Entertainment. A previsão de exibição nos EUA é para 2011.

A história de Peter Pan surgiu de uma peça de teatro escrita por James M. Barrie e encenada pela primeira vez em 1904, sob o título de “Peter Pan or The Boy Who Wouldn’t Grow Up”.

Em 1911, o autor publicou a novelização da peça, sob o título de “Peter and Wendy”. Mais tarde, ele escreveria um epílogo, que às vezes é incluído em adaptações do livro ou montagens da peça. Nele, Peter reencontra Wendy, anos depois.

A história original surgiu da relação de amizade entre Barrie e a família Llewelyn Davis, retratada no filme “Em Busca da Terra do Nunca”, com Johnny Depp (trailer abaixo).
>> VEJA – por Fernanda Furquim


ASTROS DE “STAR TREK” E “BATTLESTAR GALACTICA” SE ENCONTRARÃO NA SÉRIE “THE BIG BANG THEORY”

sábado | 4 | setembro | 2010

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O ator George Takei, que interpretou o Sr. Sulu na inesquecível série “Jornada nas Estrelas”, e a atriz Katee Sackhoff, a Starbuck de “Battlestar Galactica”, participarão de um episódio de “The Big Bang Theory”.

No episódio, Howard (Simon Helberg) está pensando em voltar a namorar Bernadette (Melissa Rauch). Diante dessa dúvida, sua consciência será representada por duas personalidades. Uma delas será interpretada por Katee Sackhoff, que já participou da série, e o outro lado de sua consciência será representado por Takei, que não concorda em nada com as opiniões de Sackhoff.

Enquanto cada um tenta defender seu lado para Howard, os dois vão discutir como ficaram marcados pelos seus personagens nas clássicas séries de ficção científica.

Imaginem o Sr. Sulu discutindo com Starbuck? Momento histórico nessa excelente série. O episódio será exibido no dia 14 de outubro nos EUA.
>> PIPOCA MODERNA – por Caio Arroyo


PRODUTOR DE “BATTLESTAR GALACTICA” VAI CRIAR SÉRIE DE MAGIA

quinta-feira | 2 | setembro | 2010

Projeto é descrito como um Harry Potter para adultos

Ronald D. Moore, produtor de séries de TV da franquia Jornada nas Estrelas e da mais recente encarnação de Battlestar Galactica, vai criar um “Harry Potter para adultos” para a NBC.

É assim, segundo o Deadline, que os envolvidos descrevem o projeto de Moore em parceria com a Sony TV, drama ambientado em um mundo regido não pela ciência, mas pela magia.

Por enquanto não há mais informações. O blog diz que a série, ainda sem nome, é um dos projetos mais ambiciosos da nova temporada de episódios-pilotos, com a NBC bancando US$ 2 milhões para a produção do piloto, entre outros custos contratuais
>> OMELETE – por Marcelo Hessel


“O HOMEM DO FUTURO”: CLÁUDIO TORRES, DIRETOR DO SUCESSO “A MULHER INVISÍVEL”, PREPARA NOVA COMÉDIA

quinta-feira | 2 | setembro | 2010


O diretor Cláudio Torres ao lado de Wagner Moura no set de O Homem do Futuro”

Quem correr os olhos na filmografia do carioca Cláudio Torres, pelos títulos de seus últimos trabalhos, achará que um de seus gêneros favoritos é a ficção científica. E não estará errado. Basta checar “A Mulher Invisível” e agora “O Homem do Futuro”, que ele filma nos estúdios da cidade de Paulínia (SP). Mas o cineasta gosta de combinar esse gênero com outro, a comédia romântica.

“Filmes nascem de premissas. E a premissa que me veio à cabeça foi: o que diria para eu mesmo se pudesse me encontrar 20 anos mais jovem? Que consequências isso traria na vida que eu tive?”, conta Torres em entrevista ao UOL Cinema, explicando a origem de seu novo trabalho. A partir daí, ele escreveu o roteiro de “O Homem do Futuro”, que deve chegar aos cinemas no segundo semestre de 2011, e tem Wagner Moura (“Tropa de Elite”), no papel-título.

O personagem foi escrito para o ator e, segundo o diretor, Moura deverá surpreender a todos que estão acostumados a vê-lo em trabalhos mais dramáticos. “Na comédia, ele se dá tão bem quanto no drama, porque ele sempre busca o humano. Wagner é um ator realmente maravilhoso, extraordinário, eu diria. Um astro que não é estrela – é gente. E isso imprime na tela”.

Além de Moura, o elenco também conta com Maria Luiza Mendonça e Alinne Moraes, no papel da amada do protagonista. “O filme é a história de um homem que volta para o passado e vê a chance de mudar a sua vida. Ele era gago e sem graça, e a menina que amava era a mais bonita da escola. Agora, ela é modelo, ele, professor de faculdade. Quando ele muda coisas no passado, altera o presente e atrapalha tudo”, antecipa a produtora do filme, Tatiana Quintella.

Para o diretor, fazer comédia é a possibilidade de levar o público a pensar. “Acho comédia um gênero subestimado pela critica e pela academia, porém adorado pelo publico. É assim no mundo inteiro. Adoro trabalhar rindo, adoro ver a plateia rir e adoro rir da vida. Você ri porque pensa. Então vou pensando o mundo na forma de comédia”. Mas ele também não descarta a possibilidade de trabalhar com outros gêneros. “Gostaria de fazer uma ficção científica a sério ou uma aventura. Dos dramas eu tenho medo. Admiro a coragem do José Padilha e do Fernando Meirelles, estes caras não têm medo do abismo e fazem filmes sensacionais que mudam o país. Eu fujo dos temas mais pesados. Ou, pelo menos, tento abordá-los de uma maneira mais bem humorada”.

Apesar do grande sucesso de “A Mulher Invisível” no ano passado, com 2,3 milhões de ingressos e a segunda maior bilheteria nacional de 2009, o diretor confessa que ainda não tem a verba completa para finalizar “O Homem do Futuro”. “Estamos procurando empresas que queiram associar a sua marca a um filme divertido. Ele vai fazer bilheteria”, promete.

Trabalhando no quarto longa de sua carreira (além de ter dirigido o episódio “Diabólica” dentro da obra coletiva “Traição), o diretor confessa que aprendeu seu ofício na prática. “Uma coleção de erros e acertos fazem com que você lide com as adversidades sem lutar contra elas”, acredita. Uma das lições que tirou foi que “o publico gosta de entender cedo se é para rir, chorar ou se apavorar. Uma vez estabelecido isso, ele está livre para desfrutar e eventualmente ser até surpreendido”.

Torres também confessa que não tem planos de trabalhar no exterior, mesmo com a possibilidade de um remake americano de “A Mulher Invisível”. “A Warner comprou os direitos para a versão americana . Não sei se vão chegar a fazê-lo. Não gostaria de filmar como diretor lá fora. Quero filmar no Brasil, na minha língua, com meus amigos, perto dos meus filhos e da minha família”. Tanto que nem se anima a arriscar um palpite para o elenco da possível refilmagem. “Não consigo pensar em ninguém. Teriam que ser pessoas com tanto talento como o Selton [Mello] ou com a mesma aura da Luana [Piovani], o que, convenhamos, não é muito fácil de se encontrar por aí”.
>> UOL, do Cineweb – por Alysson Oliveira